quarta-feira, 29 de junho de 2022

Pré-olímpico de Roma marca início da corrida do skate rumo a Paris 2024



O skate street já tem seu primeiro compromisso rumo às Olimpíadas de Paris, na França, em 2024. O Roma Pro, competição pré-olímpica, conta com as principais estrelas da modalidade no mundo, todas elas em busca de pontos no ranking. O Brasil terá 17 representantes, entre eles, os medalhistas olímpicos Kelvin Hofler e Rayssa Leal e a bicampeã da Liga Mundial, Pâmela Rosa.

O torneio

A competição marca o início do novo ciclo olímpico do skate e acontece na frente de uma das setes maravilhas do mundo moderno: o Coliseu. A pista montada no Parco del Colle Oppio é exclusiva do evento e tem três níveis de obstáculos.
Durante as fases classificatórias e de quartas de final, cada skatista tem direito a duas voltas, valendo como pontuação final a nota da melhor volta. Já na semifinal e na final, a nota de cada atleta será composta pela somatória de três notas: a volta de maior pontuação e as duas manobras de maior nota. Cada skatista tem direito a realizar duas voltas e cinco tentativas de manobra nessas duas fases da competição.



Os brasileiros

O Brasil tem 17 representantes no torneio pré-olímpico de Roma, entre eles os medalhistas de Tóquio 2020 Rayssa Leal e Kelvin Hoefler. Além dos dois, a bicampeã da Liga Mundial, Pâmela Rosa. Esses três skatistas entram com a vantagem de competir somente a partir das quartas de final.
A delegação brasileira vai misturar a experiência de veteranos com a primeira oportunidade de novatos. Gabriela Mazetto, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna, Carlos Ribeiro, Wilton Souza e Ivan Monteiro entram na turma dos que já conquistam as pistas a mais tempo. Enquanto Marina Gabriela, Kemily Suiara, Carla Karolina, Gabryel Aguilar, Eduardo Neves, João Lucas Alves, Wacson Mass e Filipe Mota buscam o sonho de integrar a nova geração do skate street.




Além dos que já tiveram a primeira chance nas Olimpíadas de Tóquio, vale ficar de olho em Gabi Mazetto, Filipe Mota e Marina Gabriela. Gabi e Marina já competem frequentemente na Liga Mundial de Street (SLS). Já Filipe é o segundo mais novo da delegação, atrás apenas de Rayssa, de 15 anos. Mota é apontado como o futuro do skate street masculino do Brasil.

Fonte: GE


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